BICHOS NO SÓTÃO

InicioBICHOS NO SÓTÃO

As 10 proibições de Salazar

Estas proibições são só uma amostra de como era a vida no pais de Salazar. Até o amor, os sonhos e as ambições eram controlados por decreto.

A vida sem telemóvel não foi assim há tanto tempo

  Hoje e, principalmente agora que estamos fechados em casa, é impensável passar um único dia sem WhatsApp, Skype, Zoom ou FaceTime. Mas houve um...

O design português que fica na memória

O Bicho-Que-Morde selecionou 14 peças do design português que povoam o nosso quotidiano. Bom… Um deles não é português. Mas é como se fosse.

Dia das mentiras. As tretas em que ainda acreditamos

Há muitos enganos repetidos todos os dias como se fossem verdade. É tão estranho como uma ideia feita, por mais que desmentida com argumentos...

Telescola. O professor da TV chegou à aldeia

Durante quatro décadas, os professores da Telescola levaram o 5.º e o 6.º anos a meio milhão de alunos que nunca pensaram ir além da 4ª classe.

Doces histórias preparadas na cozinha portuguesa

Com uma mão-cheia de refugiados, uma pitada do Oriente, uma casquinha dos franceses e um dedinho dos nórdicos se faz uma sobremesa portuguesa.

Histórias salgadas preparadas na cozinha portuguesa

Guerras, perseguições, religião e até um galo que nunca chegou a cantar são alguns dos condimentos dos pratos portugueses mais tradicionais.

Erros, mentiras e traições do português

Os erros são tão antigos como as próprias línguas e ninguém – nem mesmo os revisores e os linguistas – está livre de os cometer.

A vida portuguesa ilustrada a preto e branco

Pela revista Ilustração Portuguesa passou tudo: a 1ª República, as grandes guerras, o ballet russo e tudo o resto. Entrem nesta cápsula do tempo.

Ninguém resiste a uma frase orelhuda

As frases quando são orelhudas quebram todas as regras gramaticais e entram logo nas conversas do quotidiano.

Uma praga de carochas a correr pelo mundo

O carocha foi o primeiro carro de muitas famílias e de muitos solteiros também que com ele fizeram as primeiras férias longe de casa.

A barulhenta revolução da máquina de escrever

A máquina de escrever foi o trunfo que a mulheres usaram para entrar nos escritórios, lugares só de homens até finais do século 19.

A não perder