ENCICLOPÉDIA DOS PORQUÊS

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Porque choramos?

Somos os únicos seres à face da Terra que choramos. Somos piegas, temos de aceitar o nosso destino. Ou melhor, a nossa condição de humanos.

Porque é que certas palavras não têm tradução?

As palavras transportam culturas, feitios e expressões de cada povo. É por isso que é impossível traduzir tudo à letra e, muito menos, numa única palavra.

Porque há feitios tão diferentes?

Agora que estamos quase todo o tempo em casa, é bem provável que os feitios de cada um saltem mais à vista. Ou é...

Porque não há papel higiénico nos supermercados?

Muita gente levou quilos de papel higiénico para casa com receio que ele acabasse. Como o medo só gera ainda mais medo, outros tantos foram atrás.

Porque é que as zebras têm riscas?

Há pelo menos 18 teorias para explicar as riscas, mas nenhuma reúne o consenso dos cientistas. Este é um dos mistérios da Natureza.

Porquê meeting e não reunião?

As empresas ou a banca têm um jargão difícil de descodificar para quem não é do meio. Se há expressões úteis, outras nada mais são do que pomposas.

Porque anda o tempo depressa ou devagar?

Uma coisa é o tiquetaque que nunca para e outra é como sentimos o tempo a passar. Por quais destes relógios devemos acertar os ponteiros?

Porque são malcriados os condutores?

Os automobilistas são piores que crianças mimadas. Esquecem-se do pisca, furam filas, aceleram ou roubam lugares de estacionamento.

Porque não vemos o que está à frente do nariz?

No dia-a-dia, as pequenas coisas passam ao lado. Repetimos os mesmos gestos, as mesmas palavras e os mesmos caminhos.

Porque dão os esquimós beijinhos com o nariz?

A saudação com o nariz é só um entre os muitos costumes que permitiram a este povo sobreviver nas terras mais frias do planeta.

Porque é a natureza (quase) toda simétrica?

A simetria é a regra que rege o Universo, mas o que foge à regra é o que provoca a mudança. Lembremo-nos disso quando nos deparamos com a diferença.

Porque são os burros tão casmurros?

Somos apressados a criticar o burro, sem parar para pensar que ele pode ter os seus motivos para se recusar a fazer tudo o que o dono quer.

A não perder

Boas férias. Voltamos em setembro! 😉

O Bicho Que Morde regressa em setembro, mas a casa dele está sempre aberta. Não é preciso bater à porta. Basta clicar nas imagens...

A arte esquecida de ler os sinais da natureza

Aproveita o verão para prestar atenção aos sinais da natureza. As plantas e os animais dão-nos pistas sobre a hora, o local ou a temperatura do nosso planeta.

Nove sinfonias para os 250 anos de Beethoven

O Bicho que Morde também quis festejar os 250 anos de Beethoven, dedicando-lhe 9 sinfonias para lembrar que ele merece viver para sempre.

Quanto calor faz no lugar mais quente da Terra?

Bem-vindos ao sítio mais seco dos Estados Unidos da América e mais quente do mundo. No Vale da Morte, localizado ao norte do Deserto...

Mezinhas. Remédios de salsa e água fresca

Nas aldeias, lugares onde o progresso demora sempre a chegar, era mais fácil confiar sabedoria popular do que contar com a ajuda de um médico.