ENCICLOPÉDIA DOS PORQUÊS

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Por que são os porcos tão porcos?

Eles são inteligentes, asseados e carinhosos. Se lerem este artigo até ao fim, acreditem, nunca mais vão olhar para os porcos da mesma maneira.

Por que gostam tanto os portugueses dos diminutivos?

Ninguém bate os portugueses com de três dezenas de diminutivos na pontinha da língua. Há inhos, zinhos, elhos, etes, ichos, iscos e muito mais.

Por que são os morcegos, afinal, os heróis deste filme?

Com a reputação danificada, nestes últimos meses, o Bicho Que Morde decidiu que está na hora de reabilitar a imagem dos morcegos.

Por que é bom falar com as plantas?

Elas não têm orelhas, olhos nem nariz. Ou sequer pernas para fugir. Mas coordenam ataques, combinam estratégias de defesa e pedem socorro às companheiras.

Por que choramos?

Somos os únicos seres à face da Terra que choramos. Somos piegas, temos de aceitar o nosso destino. Ou melhor, a nossa condição de humanos.

Por que é que certas palavras não têm tradução?

As palavras transportam culturas, feitios e expressões de cada povo. É por isso que é impossível traduzir tudo à letra e, muito menos, numa única palavra.

Por que há feitios tão diferentes?

Agora que estamos quase todo o tempo em casa, é bem provável que os feitios de cada um saltem mais à vista. Ou é...

Por que não há papel higiénico nos supermercados?

Muita gente levou quilos de papel higiénico para casa com receio que ele acabasse. Como o medo só gera ainda mais medo, outros tantos foram atrás.

Por que é que as zebras têm riscas?

Há pelo menos 18 teorias para explicar as riscas, mas nenhuma reúne o consenso dos cientistas. Este é um dos mistérios da Natureza.

Por quê meeting e não reunião?

As empresas ou a banca têm um jargão difícil de descodificar para quem não é do meio. Se há expressões úteis, outras nada mais são do que pomposas.

Por que são malcriados os condutores?

Os automobilistas são piores que crianças mimadas. Esquecem-se do pisca, furam filas, aceleram ou roubam lugares de estacionamento.

Por que não vemos o que está à frente do nariz?

No dia-a-dia, as pequenas coisas passam ao lado. Repetimos os mesmos gestos, as mesmas palavras e os mesmos caminhos.

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