ENCICLOPÉDIA DOS PORQUÊS

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Por que há feitios tão diferentes?

Agora que estamos quase todo o tempo em casa, é bem provável que os feitios de cada um saltem mais à vista. Ou é...

Por que não há papel higiénico nos supermercados?

Muita gente levou quilos de papel higiénico para casa com receio que ele acabasse. Como o medo só gera ainda mais medo, outros tantos foram atrás.

Por que é que as zebras têm riscas?

Há pelo menos 18 teorias para explicar as riscas, mas nenhuma reúne o consenso dos cientistas. Este é um dos mistérios da Natureza.

Por quê meeting e não reunião?

As empresas ou a banca têm um jargão difícil de descodificar para quem não é do meio. Se há expressões úteis, outras nada mais são do que pomposas.

Por que são malcriados os condutores?

Os automobilistas são piores que crianças mimadas. Esquecem-se do pisca, furam filas, aceleram ou roubam lugares de estacionamento.

Por que não vemos o que está à frente do nariz?

No dia-a-dia, as pequenas coisas passam ao lado. Repetimos os mesmos gestos, as mesmas palavras e os mesmos caminhos.

Por que dão os esquimós beijinhos com o nariz?

A saudação com o nariz é só um entre os muitos costumes que permitiram a este povo sobreviver nas terras mais frias do planeta.

Por que não somos perfeitos?

A simetria é a regra que rege o Universo, mas o que foge à regra é o que provoca a mudança. Lembremo-nos disso quando nos deparamos com a diferença.

Por que são os burros tão casmurros?

Somos apressados a criticar o burro, sem parar para pensar que ele pode ter os seus motivos para se recusar a fazer tudo o que o dono quer.

Por que é tão gordo o lutador de sumo?

A resposta até é simples. Mais misteriosa é esta prática milenar que revela muito sobre a cultura do Japão.

Porquê uma Convenção dos Direitos da Criança?

Descobre as invenções que, a partir do nada, levaram luz, água limpa ou abrigo aos lugares mais pobres do planeta.

Por que há coisas nojentas a saírem do corpo?

Quem não tem estômago para maus cheiros e secreções pestilentas, fica desde já avisado: este texto é uma nojeira do princípio ao fim.

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