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Chanel. A rapariga que não gosta de andar na moda

Coco Chanel não gosta de modas só porque sim. Ela baralhou as etiquetas sociais e entrou para a história da moda feminina.

A história de Ian é também a de todas as crianças

Nenhum aluno brincava com Ian, mas ele não desistiu até mostrar que, apesar da paralisia cerebral, não era diferente de todas as crianças.

Deixem passar a ambulância do barbudo

Pode até parecer que Abdul é milionário, mas foi a mendigar que conseguiu abrir hospitais, orfanatos ou abrigos para animais.

WILLIAM KAMKWAMBA. O rapaz feiticeiro que mudou a direção dos ventos

Bastou um livro de uma biblioteca para William tirar a sua aldeia da escuridão.

De parvinha Josefa não tem nada

Só porque pintava doces, frutas ou anjinhos, Josefa foi malvista na arte portuguesa.

LAZOWSKI. O médico que derrotou os nazis com a ciência

Ao criar uma falsa epidemia de tifo, Eugene conseguiu que o exército alemão nunca mais perseguisse os judeus a viver na cidade dele.

Yayoi Kusama. As bolinhas curam todas as infâncias difíceis

Yayoi pinta, faz esculturas, usa lâmpadas, espelhos ou bolinhas para espantar as alucinações que a perseguem desde criança.

Paganini. A maldição de um talentoso violinista

Aviso geral à criançada: esta história não é para medricas. Depois não digam que não conseguem adormecer sem a luz acesa.

A não perder

A vida portuguesa ilustrada a preto e branco

Façam de conta que estão num café antigo – o Majestic do Porto, o Santa Cruz, em Coimbra, ou o Vianna de Braga. Sentados...

Porque são malcriados os condutores?

Os automobilistas piores que crianças mimadas. Esquecem-se do pisca, furam filas, aceleram ou roubam lugares de estacionamento.

Quantos amigos conseguimos ter?

A pergunta põe-nos a pensar quantos e quem são os nossos amigos. Haverá, talvez, um ou mais gabarolas a dizer que são uns 300,...

Ninguém resiste a uma frase orelhuda

As frases quando são orelhudas quebram todas as regras gramaticais e entram logo nas conversas do quotidiano.

Bill Watterson. Três quadrados fora da caixa

Todas as manhãs, durante uma década, Bill Watterson contou uma história em três ou quatro quadrados para pensar fora da caixa.